É pessoal não é fácil manter um blog atalizado....ainda mais qdo ninguém comenta heheheh mas vou continuar tentando, quem sabe acertamos o assunto não é?
Num primeiro momento desejava apenas discutir assuntos relativos ao meuu ramo de atividade, porém com o tempo a iéia de um grande fórum aberto a tudo e a todos ficou tentadora e passei a abordar assuntos diversos.
Meu negócio é tecnologia para beleza e o bem estar com um foco muito específico nas terapias a LASER bem como todo tipo de equipmento concebido sob fortes bases científicas.
A idéia e discutir....sendo assim vamos lá !!!!
Qual sua maior dificuldade no controle de seu peso?
O quanto importa par avocê a condição estética de sua face? E do seu copo?
O q vc já fes em termos de tratamento estético?
O q valeu a pena e o q vc nem mesmo tentaria?
Afinal o q existe de verdade nas promessas das estéticas !!!
Dr. Vl@di
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Proibir remédios contra a obesidade?
Olá pessoal !! Bem estive fora um tempinho, afinal ninguém é de ferro....mas vamos aos assuntos mais recentes:
A ANVISA anunciou q pretende proibir os medicamentos para o tratamento da obesidade como a sibutramina, dietilpropiona, femproporex e o mazindol.
O mais esquizito da história é q um grande laboratório ficaria sozinho nesse mercado de milhões de dólares...conveniente não é? E o q diz a comunidade científica local? O óbvio! Trata-se de um absurdo, já que a obesidade é uma doença crônica com alta morbidade e mortalidade de tal maneira q sem os medicamentos estaríamos condenando milhões de brasileiros a desenvolver diabetes e outras complicações frequentes do excesso de peso.
A revista Veja desta semana aborda o assunto e traz uma matéria q merece ser lida.
Tenho uma história de mais de 10 anos com manejo clínico de pacientes obesos e com centenas de individuos tratados com Sibutramina. Sempre conhecemos os efeitos colaterais destes medicamentos e é justamente por isso q sua prescrição leva em consideração se o indivíduo é ou não portador de algum distúrbio cardiovascular, situação na qual não prescrevemos tais medicamentos.
O estudo referido pela ANVISA utilizou um grupo de obesos q já sofriam de problemas cardíacos, é importante frizar q na imensa maioria dos pacientes tratados com sibutramina o q acontece é a redução da pressão arterial, do peso e de uma série de fatores de risco. Lembro q os objetivos no tratamento NÃO são de natureza estética e q estes medicamentos jamais foram concebidos para este fim.
Acredito q a ANVISA deveria ouvir os pesquisadores de grande projeção internacional como o Dr. Alfredo Halpern, da USP ou ainda a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e a ABESO, pois esta seria a coisa mais técnica a ser feita.
Tenho certeza de q em todo o Brasil milhares de pacientes em tratamento com sibutramina irão suspender por conta seus tratamentos por conta da irresponsabilidade deste orgão, q deveria zelar pela saúde pública, em divulgar medidas capazes de gerar pânico e até mesmo abalar a confiança dos pacientes em seus médicos.
Acho q o trabalho da ANVISA é o de fiscalizar para q estes medicamentos não sejam usados de forma inadequada como acontece nas "clínicas de fórmulas"....(vide post mais antigo "Fórmulas para Emagecer Engordam")., mas sabemos q fiscalizar da trabalho e não gera votos né?
Olhem só q contraditório: O Consenso Latino-Americano para o Tratamento da Obesidade contraindica formalmente ma série de substâncias como por exemplo o "Herba-Life" por haver evidências de q não tem nenhuma utilidade no tratamento da obesidade além de uma série de outras substâncias desprovidas de valor científico e q podem até mesmo causar algum dano a saúde, já nesse caso a ANVISA parece estar indiferente.
Clamamos por um serviço público mais técnico, onde os tentáculos dos partidos políticos q aparelham o sistema, não possam impor regras q além de criar um monopólio favorecendo um único grande laboratório irá deixar milhões de brasileiros sem alternativa de tratamento !
A ANVISA anunciou q pretende proibir os medicamentos para o tratamento da obesidade como a sibutramina, dietilpropiona, femproporex e o mazindol.
O mais esquizito da história é q um grande laboratório ficaria sozinho nesse mercado de milhões de dólares...conveniente não é? E o q diz a comunidade científica local? O óbvio! Trata-se de um absurdo, já que a obesidade é uma doença crônica com alta morbidade e mortalidade de tal maneira q sem os medicamentos estaríamos condenando milhões de brasileiros a desenvolver diabetes e outras complicações frequentes do excesso de peso.
A revista Veja desta semana aborda o assunto e traz uma matéria q merece ser lida.
Tenho uma história de mais de 10 anos com manejo clínico de pacientes obesos e com centenas de individuos tratados com Sibutramina. Sempre conhecemos os efeitos colaterais destes medicamentos e é justamente por isso q sua prescrição leva em consideração se o indivíduo é ou não portador de algum distúrbio cardiovascular, situação na qual não prescrevemos tais medicamentos.
O estudo referido pela ANVISA utilizou um grupo de obesos q já sofriam de problemas cardíacos, é importante frizar q na imensa maioria dos pacientes tratados com sibutramina o q acontece é a redução da pressão arterial, do peso e de uma série de fatores de risco. Lembro q os objetivos no tratamento NÃO são de natureza estética e q estes medicamentos jamais foram concebidos para este fim.
Acredito q a ANVISA deveria ouvir os pesquisadores de grande projeção internacional como o Dr. Alfredo Halpern, da USP ou ainda a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e a ABESO, pois esta seria a coisa mais técnica a ser feita.
Tenho certeza de q em todo o Brasil milhares de pacientes em tratamento com sibutramina irão suspender por conta seus tratamentos por conta da irresponsabilidade deste orgão, q deveria zelar pela saúde pública, em divulgar medidas capazes de gerar pânico e até mesmo abalar a confiança dos pacientes em seus médicos.
Acho q o trabalho da ANVISA é o de fiscalizar para q estes medicamentos não sejam usados de forma inadequada como acontece nas "clínicas de fórmulas"....(vide post mais antigo "Fórmulas para Emagecer Engordam")., mas sabemos q fiscalizar da trabalho e não gera votos né?
Olhem só q contraditório: O Consenso Latino-Americano para o Tratamento da Obesidade contraindica formalmente ma série de substâncias como por exemplo o "Herba-Life" por haver evidências de q não tem nenhuma utilidade no tratamento da obesidade além de uma série de outras substâncias desprovidas de valor científico e q podem até mesmo causar algum dano a saúde, já nesse caso a ANVISA parece estar indiferente.
Clamamos por um serviço público mais técnico, onde os tentáculos dos partidos políticos q aparelham o sistema, não possam impor regras q além de criar um monopólio favorecendo um único grande laboratório irá deixar milhões de brasileiros sem alternativa de tratamento !
sábado, 11 de dezembro de 2010
A novel fractional micro-plasma radio-frequency technolog for the treatment of facial scars and rhytids: A pilot study
Fractional ablative and non-ablative lasers have gained popularity in the treatment of acne scars and rhytids due to their effi cacy and improved tolerability. Plasma and radio frequency (RF) have also emerged as methods for ablative or non-ablative energy delivery. We report preliminary experience with a novel fractional micro-plasma RF device for the treatment of facial acne scars and rhytids. Methods : Sixteen patients with facial acne scars or rhytids were treated at 4-week intervals. Treatment parameters were titrated to an immediate end point of moderate erythema. The clinical end point for cessation of treatment was the attainment of satisfactory clinical results. Results were monitored photographically up to 3 months after treatment. Results : Acne scars showed marked improvement after two to four treatments. Facial rhytids demonstrated reduced depth after two treatments and marked improvement after four treatments. Treatment was well tolerated by all participants, with transient erythema and short downtime. These results provide initial evidence for the safety and effectiveness of fractional micro-plasma RF as a low-downtime and well-tolerated modality for the treatment of acne scars and facial rhytids.
Baixe no link :www.lbtlasers.com.br/files/estudos/A%20novel%20fractional.pdf
Fractional ablative and non-ablative lasers have gained popularity in the treatment of acne scars and rhytids due to their effi cacy and improved tolerability. Plasma and radio frequency (RF) have also emerged as methods for ablative or non-ablative energy delivery. We report preliminary experience with a novel fractional micro-plasma RF device for the treatment of facial acne scars and rhytids. Methods : Sixteen patients with facial acne scars or rhytids were treated at 4-week intervals. Treatment parameters were titrated to an immediate end point of moderate erythema. The clinical end point for cessation of treatment was the attainment of satisfactory clinical results. Results were monitored photographically up to 3 months after treatment. Results : Acne scars showed marked improvement after two to four treatments. Facial rhytids demonstrated reduced depth after two treatments and marked improvement after four treatments. Treatment was well tolerated by all participants, with transient erythema and short downtime. These results provide initial evidence for the safety and effectiveness of fractional micro-plasma RF as a low-downtime and well-tolerated modality for the treatment of acne scars and facial rhytids.
Baixe no link :www.lbtlasers.com.br/files/estudos/A%20novel%20fractional.pdf
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
O Indice Glicemico do alimentos pode ser a chave para um peso saudável!!!
Quanto menor o nível de glicose no alimento, melhor para a saúde. Entenda o que significa essa medida e por que ela é a nova arma de combate à obesidade
O mundo está de olho nele. Pudera. O índice glicêmico, o IG, faz você engordar. Tanto quanto as calorias. Mais: essa medida está relacionada com doenças cardiovasculares e diabete. Em países como a Inglaterra, a França, os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália, muitos alimentos industrializados já vêm com um selo indicando a quantidade de IG se é baixa ou alta.
Mas, afinal, o que é esse tal índice? É uma medida do nível de glicose que os alimentos, especialmente os carboidratos, liberam no sangue. Para entender melhor essa história, é bom saber que boa parte do que você come se transforma em glicose e o papel dessa substância no funcionamento do corpo é fundamental. A glicose, que está nos doces e nas massas, é o combustível de todas as células, a fonte da energia que faz o organismo funcionar a pleno vapor.
A chave para a entrada da glicose nas células é a insulina, hormônio que mantém em equilíbrio a glicemia o nível de açúcar no sangue. Os alimentos podem conter baixo ou alto índice glicêmico. No primeiro caso, os níveis de açúcar em circulação se mantêm estáveis. Já no segundo é fácil deduzir há picos da substância na corrente sangüínea.
Quanto mais quebrada a célula, mais fácil é a absorção e, conseqüentemente, a glicemia sobe com maior velocidade. Quando ocorre uma verdadeira guinada de glicose em circulação, cresce a necessidade de insulina, já que é ela que bota todo esse açúcar para dentro das células. É um hormônio que tem estreita relação com o ganho de peso. Se há muitos picos de insulina, aumentam os depósitos de gordura abdominal. Muito mais do que acabar com a boa forma, esse acúmulo na região da cintura pode ser ainda o estopim para uma verdadeira bagunça metabólica.
Não faltam trabalhos indicando que um cardápio lotado de comida de alto IG pode contribuir para o aumento da sua versão ruim, o LDL. Por outro lado, se o menu está mais para baixo IG, o peito agradece. Há evidências de que o baixo índice glicêmico contribui para o aumento de HDL, o bom colesterol. Assim, sobram razões para concluir que controlar o IG é importante para proteger o coração. Um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of the American Medical Association (Jama) mostra até mesmo a relação entre baixo IG e queda na pressão arterial.
E, já que o sobe-e-desce da glicemia obriga o pâncreas, encarregado de despejar a insulina, a viver numa montanha-russa, qualquer falha nesse processo pode dar origem ao diabete. Nesse caso o do tipo 2. Poupar o pâncreas de trabalho exaustivo é, sem dúvida, um passo para a prevenção dessa doença.
Mais que 70: Alimentos de IG alto são os que ultrapassam esse valor. Eles não precisam ser varridos do cardápio, mas vale certa parcimônia no consumo
Menor que 55: Abaixo dessa medida, os alimentos são considerados de baixo IG. Incluir ao menos uma porção deles em cada refeição é a dica para aumentar a saciedade
Índice Alto
Os alimentos desse grupo, como o pão de forma comum e o arroz branco, fazem o açúcar entrar depressa no corpo. Só que ele também sai rapidinho. O pâncreas, então, é obrigado a produzir muita insulina de uma só vez. Em excesso, o hormônio diminui o nível de glicose. Daí a fome aparece antes da hora.
Índice Baixo
O pão de centeio e o feijão estão nesse grupo. Ricos em fibras, retardam a absorção de açúcar e provocam uma resposta glicêmica gradual. Dessa forma, garantem mais saciedade e ajudam a manter a silhueta.
Quer baixar o ig de sua dieta?
É só adotar alguns truques espertos que ensinamos aqui
Prefira alimentos ricos em fibras solúveis. Além de permanecerem mais tempo no intestino delgado, o que torna a digestão mais demorada, eles dificultam a absorção de carboidratos. Aveia, feijão e lentilha são suas melhores fontes.
Inclua limão ou vinagre no preparo das receitas. A acidez interfere no esvaziamento do estômago e torna a digestão mais lenta. Vinte mililitros de vinagre equivalem a 1 colher e meia de sopa e reduzem em até 30% os níveis de glicose.
Nos intervalos das principais refeições, coma uma fruta junto de uma fonte de proteína, como o iogurte. A banana, por exemplo, tem índice glicêmico médio, que você contrabalança com o alimento protéico.
A chave para a entrada da glicose nas células é a insulina, hormônio que mantém em equilíbrio a glicemia o nível de açúcar no sangue. Os alimentos podem conter baixo ou alto índice glicêmico. No primeiro caso, os níveis de açúcar em circulação se mantêm estáveis. Já no segundo é fácil deduzir há picos da substância na corrente sangüínea.
Mais do que a quantidade de açúcar em uma comida, o índice glicêmico revela a velocidade com que esse nutriente será absorvido. O comportamento de um alimento durante a digestão é o que define o resultado de IG. A presença de fibras, o cozimento e até mesmo o solo onde o vegetal foi cultivado também ajudam a fixar esse valor. Alguns trabalhos sugerem que quanto menos o feijão é cozido, menor é o seu índice glicêmico.
Quanto mais quebrada a célula, mais fácil é a absorção e, conseqüentemente, a glicemia sobe com maior velocidade. Quando ocorre uma verdadeira guinada de glicose em circulação, cresce a necessidade de insulina, já que é ela que bota todo esse açúcar para dentro das células. É um hormônio que tem estreita relação com o ganho de peso. Se há muitos picos de insulina, aumentam os depósitos de gordura abdominal. Muito mais do que acabar com a boa forma, esse acúmulo na região da cintura pode ser ainda o estopim para uma verdadeira bagunça metabólica.
Não faltam trabalhos indicando que um cardápio lotado de comida de alto IG pode contribuir para o aumento da sua versão ruim, o LDL. Por outro lado, se o menu está mais para baixo IG, o peito agradece. Há evidências de que o baixo índice glicêmico contribui para o aumento de HDL, o bom colesterol. Assim, sobram razões para concluir que controlar o IG é importante para proteger o coração. Um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of the American Medical Association (Jama) mostra até mesmo a relação entre baixo IG e queda na pressão arterial.
E, já que o sobe-e-desce da glicemia obriga o pâncreas, encarregado de despejar a insulina, a viver numa montanha-russa, qualquer falha nesse processo pode dar origem ao diabete. Nesse caso o do tipo 2. Poupar o pâncreas de trabalho exaustivo é, sem dúvida, um passo para a prevenção dessa doença.
Mais que 70: Alimentos de IG alto são os que ultrapassam esse valor. Eles não precisam ser varridos do cardápio, mas vale certa parcimônia no consumo
Menor que 55: Abaixo dessa medida, os alimentos são considerados de baixo IG. Incluir ao menos uma porção deles em cada refeição é a dica para aumentar a saciedade
Os alimentos desse grupo, como o pão de forma comum e o arroz branco, fazem o açúcar entrar depressa no corpo. Só que ele também sai rapidinho. O pâncreas, então, é obrigado a produzir muita insulina de uma só vez. Em excesso, o hormônio diminui o nível de glicose. Daí a fome aparece antes da hora.
Índice Baixo
O pão de centeio e o feijão estão nesse grupo. Ricos em fibras, retardam a absorção de açúcar e provocam uma resposta glicêmica gradual. Dessa forma, garantem mais saciedade e ajudam a manter a silhueta.
Quer baixar o ig de sua dieta?
É só adotar alguns truques espertos que ensinamos aqui
Prefira alimentos ricos em fibras solúveis. Além de permanecerem mais tempo no intestino delgado, o que torna a digestão mais demorada, eles dificultam a absorção de carboidratos. Aveia, feijão e lentilha são suas melhores fontes.
Inclua limão ou vinagre no preparo das receitas. A acidez interfere no esvaziamento do estômago e torna a digestão mais lenta. Vinte mililitros de vinagre equivalem a 1 colher e meia de sopa e reduzem em até 30% os níveis de glicose.
Nos intervalos das principais refeições, coma uma fruta junto de uma fonte de proteína, como o iogurte. A banana, por exemplo, tem índice glicêmico médio, que você contrabalança com o alimento protéico.
Rejuvenescer...????
Talvez fosse mais objetivo falar em "desenvelhecer"....lamentavelmente o cronometro não para e temos a obrigação de, muito além de aceitar, compreender o significado disso em nossas vidas.
Há pelo menos dez anos dedico-me quase que exclusivamente a "produzir" faces mais jovens através de procedimentos médicos minimamente invasivos. Claro que não possuo o real poder de rejuvenescer, porém como este é o objetivo de uma parcela importante dos clientes em nossa clínica, procuramos apresentar uma série de soluções baseadas em modernas técnicas médicas para minimizar as alterações físicas decorrentes do processo de envelhecimento.Por exemplo, nos casos de flacidez da pele podemos oferecer recursos capazes de melhorar este ítem sem no entanto alterar a idade ou ainda o tempo de vida das centenas de milhares de células que compõe este ou aquele tecido que sofreu ação terapêutica no sentido de obter rejuvenescimento.
Talvez fosse mais objetivo falar em "desenvelhecer"....lamentavelmente o cronometro não para e temos a obrigação de, muito além de aceitar, compreender o significado disso em nossas vidas.
Acredito que possamos de fato melhorar vários aspectos pertinentes ao processo do envelhecimento na face como as rugas de expreção, as manchinhas, a flacidez, os sulcos e rugas, lábios, em fim...... ainda assim os aspectos relacionados com a imagem corporal são fundamentais para que toda tecnologia médica possa resultar na percepção de uma melhora nos vários ítens anteriormente citados.
A presença de uma elevada "auto-estima" é condição fundamental para que tenhamos êxito em produzir nas mentes de nossos pacientes uma imagem percebida como jovem. Limitamo-nos a preencher a derme com substâncias biocompatíveis para amenizar uma ruga ou ainda dar volume e contorno a face, realizar um resurfacing a laser para renovar a pele, aplicar BOTOX para suavizar a expressão de forma natural, em fim.....o fato é que embora todas essas técnicas possam ser extremamentes eficientes a percepeção do resultado obtido é uma experiência sensorial de enorme complexidade e envolve variáveis ligadas ao psiquismo tornando a busca pelo rejuvenescimento um enorme desafio para o médico. Quando alguém aparece com a queixa de estar sentindo-se envelhecido precisamos trabalhar no sentido de mudar a precepção já que impedir ou mesmo regredir no processo é algo ainda pertinente ao mundo da ficção.
Continuaremos tentando compreender melhor os mecanismos que envolvem o envelhecimento e numa outra ponta elaborando soluções, sempre baseadas em fortes evidências científicas, que atenuem o sofrimento da alma que clama por uma imagem mais jovial, mas sem dúvida a chave de tudo é e será a tal da auto-estima e como o 'próprio nome diz...."auto", trata-se de algo que só você poderá produzir independente de qualquer interferência externa.
Desenvolva sua auto-estima e curta de forma sadia os resultados reais e naturais de suas aplicações de BOTOX, seus preenchimentos com Juvedérm, resurfacing com laser fracionado, Titan, Luz pulsada intensa.... em fim seja lá qual for a técnica de rejuvenescimento indicada pra você !!!
Dr. Vl@di
Estética Médica
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Olá pessoal !
Bem, criamos um grupo no Facebook para q possamos, num primeiro momento, reunir o maior número de colegas interessados na regulamentação da Medicina Estética como especialidade médica a exemplo do que já aconteceu em outros países como Espanha, França, Polônia, etc...
Acredito q necessitaremos de toda união possível a fim de q nossas vozes possam ser ouvidas e principalmente para q possamos influenciar os formadores de opnião.
A luta é certa e a vitória agora só depende de nós !!
Vamos lá tds que embarcaram nesse grande sonho, pois trabalhamos com empenho, repeito e dignidade e não podemos mais admitir q nossa especialiade seja insultada e desdenhada a todo momento. Cabe a nós assumirmos o controle, nós somos a medicina estética, unidos seremos fortes e teremos espaço para discutir juntamente com o CRM, representantes das sociedades , em fim onde for necessário.
A idéia é atingir os primeiros 100 membros e então realizar um evento (o churras dos 100) para q a partir destes cem possamos chegar a 1000 para depois 10000 e assim por diante....hehehehe
Vamos lá! Acreditem!! A internet pode de fato fazer a diferença e ser a pedra de Davi contra Golias !!
Vl@di
Bem, criamos um grupo no Facebook para q possamos, num primeiro momento, reunir o maior número de colegas interessados na regulamentação da Medicina Estética como especialidade médica a exemplo do que já aconteceu em outros países como Espanha, França, Polônia, etc...
Acredito q necessitaremos de toda união possível a fim de q nossas vozes possam ser ouvidas e principalmente para q possamos influenciar os formadores de opnião.
A luta é certa e a vitória agora só depende de nós !!
Vamos lá tds que embarcaram nesse grande sonho, pois trabalhamos com empenho, repeito e dignidade e não podemos mais admitir q nossa especialiade seja insultada e desdenhada a todo momento. Cabe a nós assumirmos o controle, nós somos a medicina estética, unidos seremos fortes e teremos espaço para discutir juntamente com o CRM, representantes das sociedades , em fim onde for necessário.
A idéia é atingir os primeiros 100 membros e então realizar um evento (o churras dos 100) para q a partir destes cem possamos chegar a 1000 para depois 10000 e assim por diante....hehehehe
Vamos lá! Acreditem!! A internet pode de fato fazer a diferença e ser a pedra de Davi contra Golias !!
Vl@di
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